Estilo de vida Saúde e Bem Estar Nara Regina Michelin

Distanciamento Social e Confinamento: Como lidar melhor com essa nova realidade?

A vida seguia sua trajetória e de repente tudo parou. Trabalho, estudo, atividade física, viagens, o confinamento trouxe diversas restrições para a rotina diária.

A situação de isolamento é estressante, algumas pessoas podem sentir ansiedade, medo, depressão e solidão. Em alguns casos o beber e a automedicação tiveram um crescimento significativo e como consequência houve o aumento da violência doméstica.

O grande desafio é saber lidar com a distância e a falta de contato físico. Se quisermos que nossa paz de espírito não seja muito perturbada nesse momento de confinamento, alguma disciplina e organização são necessárias.

É aconselhado e saudável que estabeleçamos horários, rotinas e metas, isso pode nos ajudar a trazer ordem e propósito às tarefas diárias e aproveitá-las de maneira positiva e produtiva.

Um novo “normal” chegou com a pandemia e a medida que nos isolamos como indivíduos e famílias. Precisamos ativar a resiliência e nos adaptarmos ao home office, estar com os filhos dentro de casa, assumir atividades caseiras, antes delegadas a terceiros e cuidarmos de nós mesmos. É muito importante que tenhamos pausas para descansar, para comermos, dormirmos e termos atividades que nos deem prazer, por exemplo, passar algumas horas organizando tarefas, lendo, dançando, ouvindo música ou assistindo séries.

Manter o contato virtual com os amigos e parentes também ajuda a passar o tempo e alivia a ansiedade, assim como a prática diária de meditação e de atividades físicas, que podem ajudar na regulação Das emoções permitindo nos gerir a ansiedade, lidar com o stress e promover a imunidade.

Se você segue alguma prática religiosa ou espiritual que lhe dá conforto e paz de espirito mantenha-a ativa.

Manter-se ocupado e estruturar o tempo ajuda a ter uma maior sensação de segurança interna.

O isolamento tem também seus pontos positivos, resgatou muito do convívio e das relações familiares e a empatia em nível social. As pessoas passaram a fazer o que não faziam antes: enxergar umas às outras, reconhecer umas às outras e cuidar do próximo.

Nara Regina Michelin

Sobre o autor | Website

Nara Regina Michelin é Psicóloga (05/29197) e coordenadora da Evolução Clínica e Consultoria no Rio de Janeiro. É Consultora em PRAD, possui especialização em Terapia Cognitiva Comportamental e Gestalt, e Saúde Mental, além de especialização de Conselheira em Dependência Química. Para saber mais, acesse: www.evolucaovida.com.br

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